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terça-feira, 29 junho 2021 16:55

Comunidade Intermunicipal de Aveiro quer gerir a ria com apoio da Polis

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Comunidade Intermunicipal de Aveiro quer gerir a ria com apoio da Polis Foto © ON Centro

“Nós continuamos a lutar para que a Polis não acabe e entendemos que o modelo de governação pública da Polis Litoral é excelente”, elogiou, salvaguardando que, na perspetiva dos municípios, a gestão da ria de Aveiro deve ser intermunicipal, como já tinha observado na anterior intervenção o presidente da Câmara de Ílhavo, Fernando Caçoilo.

 

 

Opresidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), Ribau Esteves, defendeu esta terça-feira, 29 de junho, que a gestão da ria deve ser intermunicipal, mas a Sociedade Polis Litoral deve continuar, para promover os investimentos necessários.

“Nós continuamos a lutar para que a Polis não acabe e entendemos que o modelo de governação pública da Polis Litoral é excelente”, elogiou, salvaguardando que, na perspetiva dos municípios, a gestão da ria de Aveiro deve ser intermunicipal, como já tinha observado na anterior intervenção o presidente da Câmara de Ílhavo, Fernando Caçoilo.

Falando na Costa Nova, em Ílhavo, no Congresso da Região de Aveiro, cuja jornada foi hoje dedicada à ria, Ribau Esteves elogiou a “boa colaboração” da Agência Portuguesa do Ambiente e da “Sociedade Polis Litoral Ria de Aveiro”, para que fosse contemplado o financiamento à requalificação de 23 cais públicos em vários dos municípios ribeirinhos.

‘Luz verde’ e financiamento a 100% tem já garantida a Comunidade para a dragagem de 23 cais públicos, numa operação com um custo estimado de três milhões de euros e que vai ser financiada através do REACT-EU, o programa europeu que faz a transição entre o atual e o próximo quadro comunitário de apoio, segundo revelou.

“São três milhões de euros que teremos de financiamento e vamos aproveitar este ensejo para convidar as associações privadas, gestoras de cais ligados à náutica de recreio, a apresentarem os seus próprios projetos”, adiantou.

Ribau Esteves respondia assim à posição de protesto de alguns dos clubes de náutica de recreio por estarem a decorrer os trabalhos de desassoreamento da ria de Aveiro, dragando apenas os canais e deixando de fora os cais ou ancoradouros.

Em relação aos cais associativos, o presidente da CIRA salientou que os fundos europeus não podem financiar a sua requalificação, por serem privados, mas abriu a porta a que cada clube ou associação apresente o seu próprio projeto, tirando partido da “economia de escala”.

“O trabalho não fica por aqui e estamos muito determinados a que a obra se concretize. Estamos a dragar 95 quilómetros de ria e a colocar um milhão de metros cúbicos de dragados, sendo 30% na deriva oceânica e 70% na proteção do território, cumprindo o objetivo de proteger as margens e os terrenos agrícolas”, disse Pimenta Machado, vice-presidente da APA e da Polis Litoral Ria de Aveiro, referindo-se ao desassoreamento da ria de Aveiro, que decorre desde 2019 e representa um investimento de 25 milhões de euros.

 

 

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