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quinta-feira, 18 novembro 2021 17:43

Distrito de Castelo Branco com menos 50% de incêndios do que em 2020

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Distrito de Castelo Branco com menos 50% de incêndios do que em 2020 Foto: CM Sertã

O mês de julho foi aquele que registou a maior área ardida do ano, com cerca de 50% do total e o distrito de Castelo Branco continua sem registar reacendimentos, desde 2014.

 

 

Odistrito de Castelo Branco registou, este ano, uma redução de 50% no número de ocorrências de incêndios rurais, face a 2020, e não tem qualquer falso alarme desde 2013, anunciou o comandante de Operações de Socorro.

“O distrito de Castelo Branco teve o número mais baixo de ocorrências relativamente a incêndios rurais desde que há registo. Em termos de área ardida, este também foi o melhor ano de sempre. Estamos a falar de uma área ardida total de 210 hectares num território com mais de 640 mil hectares, o que é muito significativo”, afirmou Francisco Peraboa, responsável pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco.

Este responsável falava aos jornalistas esta quinta-feiram 18 de novembro, no CDOS de Castelo Branco, durante uma conferência de imprensa, onde fez o balanço dos resultados do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR 2021).

O comandante operacional distrital sublinhou que os números atingidos no DECIR2021 são o resultado de vários fatores, sobretudo, “o trabalho importante e meritório” de todas as entidades que integram a proteção civil distrital.

Realçou ainda que, este ano, houve um incremento de 04% no número de operacionais no distrito de Castelo Branco, face ao ano anterior, e que se repercutiu, sobretudo, no aumento de equipas de sapadores florestais.

Relativamente aos números registados entre 01 de janeiro e 31 de outubro, do total de 230 incêndios rurais registados, 197 tiveram uma área ardida inferior a um hectare e o incêndio com maior área ardida ocorreu nos concelhos de Idanha-a-Nova e da Sertã, com 45 hectares, seguindo-se Castelo Branco (42) e Covilhã (33).

O mês de julho foi aquele que registou a maior área ardida do ano, com cerca de 50% do total e o distrito de Castelo Branco continua sem registar reacendimentos, desde 2014.

“Este foi o ano em que a eficiência e a eficácia foram muitíssimo relevantes. As condições de severidade (meteorológicas) são uma das variantes importantes nos resultados finais, mas não são a mais importante”, frisou o comandante operacional distrital.

Francisco Peraboa realçou o trabalho meritório de todas as entidades para reduzir para metade o número de ocorrências, num ano em que “o vento foi muito crítico e em que 19 das ocorrências foram registadas com a severidade no máximo”.

“Houve anos em que a meteorologia foi mais favorável”, sustentou.

Segundo este responsável, no âmbito do apoio à decisão operacional, o distrito de Castelo Branco tem, atualmente, uma cobertura de 80% (câmaras de videovigilância).

 

 

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