AComunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), anunciou esta terça-feira, 13 de dezembro, a criação do grupo de trabalho com a missão de elaborar o plano de negócios da futura Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Aveiro EPE.
Em comunicado enviado à imprensa, esta manhã, a CIRA diz tratar-se de "um passo importante e decisivo para a gestão integrada dos Cuidados de Saúde Primários e dos Cuidados de Saúde Secundários ou Hospitalares na Região de Aveiro".
No mesmo comunicado, a CIRA acrescenta que "vai acompanhar de perto este processo, dando os contributos que entenda importantes, estando garantido a abertura a esses contributos e a informação regular sobre o desenvolvimento do processo pelo Prof. Fernando Araújo, Diretor Executivo do SNS".
O Governo e o Ministério da Saúde, pela ação da nova Direção Executiva (DE) do Serviço Nacional de Saúde (SNS) comunicou oficialmente à CIRA, essa solução.
O modelo de gestão agora adotado - refere a CIRA - é defendido por aquela Comunidade Intermunicipal há mais de seis anos, tendo sido assumido formalmente pelo estudo e relatório denominado “Estudo sobre o Centro Hospitalar do Baixo Vouga” elaborado pela Universidade de Aveiro para a CIRA e "com o intenso envolvimento da CIRA e dos seus onze municípios associados, tendo sido terminado em julho de 2016"; refere o comunicado.
A ideia principal é que a ULS faça a integração da prestação de cuidados de saúde aos cidadãos, facilitando a sua vida, reduzindo perdas de tempo no caminho entre os cuidados primários e os hospitalares, maximizando as capacidades técnicas e logísticas ao dispor e elevando a qualidade dos serviços, a sua qualificação e diversificação técnica e a sua proximidade e permanência juntos dos cidadãos; pode ainda ler-se no comunicado.
Além disso, a CIRA reiterou ao DE-SNS e reitera publicamente, a importância, a absoluta prioridade e a premência do investimento de ampliação e qualificação do Hospital Infante D. Pedro, com a integração futura do Centro Académico Clínico sob a liderança da Universidade de Aveiro, exortando a que sejam utilizados os Fundos Comunitários do PRR, aproveitando a reprogramação que se encontra em curso, e/ou do Portugal 2030 que se encontra em fase final de negociação dos Programas Operacionais entre o Governo Português e a Comissão Europeia.
EmpresasPatrimónioNaturezaGastronomia |