Este investimento, somado à aquisição de complementos informáticos e cartões escolares, rondou os 15.500 euros.
Através destes computadores, ou de outro na posse dos alunos, poderá ser consultada a Escola Virtual, um recurso pedagógico que custou 22.000 euros e foi oferecido a todos os 2215 alunos do Agrupamento.
No início do ano letivo, o município perspetiva um investimento de mais de 2 milhões de euros em educação escolar.
A grande fatia será gasta em Refeições Escolares (do pré-escolar até ao secundário), lanches e fruta escolar, nos diversos circuitos de transportes escolares, nas AAAF - Atividades de Animação e Apoio à Família do Pré-Escolar e nas AEC - Atividades de Enriquecimento Curricular do 1.º CEB, a somar 1.824.500 euros.
Já as Fichas de Atividades e Material escolar, também entregues esta semana a mais de 550 alunos, significaram um investimento de 26.800 euros.
Nos projetos educativos, de entre outros, merecem destaque o Magos, o My Polis e o HypatiaMat cujo investimento ronda os 11.000€ e que apoiam o desenvolvimento de competências transversais como a cidadania e a participação pública, ou disciplinas como a matemática.
No âmbito da qualificação dos refeitórios, o ano letivo iniciou-se também com investimentos em mobiliário e equipamento superior a 5.500 euros.
O mobiliário dos jardins de infância foi também beneficiado com um custo superior a 20.000 eurros. Foram ainda adquiridos instrumentos musicais, efetuadas reparações e manutenções, com despesa de cerca de 23.500 euros.
Para o presidente da CML, Luís Antunes “a aposta na educação e formação dos cidadãos é uma prioridade, uma vez que transcende as paredes das escolas e imbui toda a sociedade”.
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