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sexta-feira, 07 fevereiro 2020 09:31

Associações empresariais da Lousã, Penela, Poiares e Miranda do Corvo pedem fim das portagens na A13

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Para percorrer a A13, durante cerca de 65 kms (entre o nó de Miranda do Corvo e a A23), um veiculo ligeiro de passageiros, paga de scuts cerca 8,5€ e gasta em combustível no mínimo 8€, ou seja, para percorrer 65 kms tem um custo de mais de 16,50€.  

 

 

As associações empresariais (AESL – Associação Empresarial Serra da Lousã, a AEDP – Associação Empresarial de Poiares, o CEMC- Clube de Empresários de Miranda do Corvo e o NEP – Núcleo Empresarial de Penela), em tomada de posição conjunta defendem o fim imediato das portagens na A13. As 4 associações empresariais que representam mais de 3.000 empresários e mais de 900 Milhões de euros de faturação, apoiam a tomada de tomada de posição do Município da Lousã, na pessoa do Sr. Presidente Luís Antunes, com vista á abolição das portagens na A13.

Em comunicado de imprensa, as associações empresariais (AE's) referem que "a competitividade, crescimento e manutenção das empresas na região depende da existência de vias rodoviárias, capazes de responder às suas necessidades e tendo em conta que este território viu-se nos últimos anos privado do Sistema de Mobilidade do Mondego, de uma alternativa à Estrada da Beira (EN17) e de uma ligação digna ao IP3, a A13 é uma importante via para o desenvolvimento não só económico, mas também do turismo, aproximando o interior a pontos-chave como Lisboa e Porto".

Ainda no mesmo comunicado, as AE's esclarecem que "o atual governo comprometeu-se, desde a sua eleição, a mais apoios para as populações do interior, nesse sentido consideramos que o fim imediato das portagens na A13, teria efeitos imediatos na economia local e as populações poderiam sentir-se assim menos desfavorecidas. 

Para percorrer a A13, durante cerca de 65 kms (entre o nó de Miranda do Corvo e a A23), um veiculo ligeiro de passageiros, paga de scuts cerca 8,5€ e gasta em combustível no mínimo 8€, ou seja, para percorrer 65 kms tem um custo de mais de 16,50€.  

Sendo a nossa região um território maioritariamente constituído por micro e pequenas empresas, os custos excessivos desta via compromete a competitividade destas em detrimento de empresas com melhores condições estratégicas e geográficas. Provocando a deslocalização de diversas empresas do território em busca de melhores acessos, como temos assistido nos últimos anos.

Apelamos à abolição imediata das portagens na A13, pela justa atribuição à população e empresas do muito que lhes têm sido retirado ao longo dos anos. Consideramos que em Lisboa e no Porto, em 2019, uma das medidas deste Governo foi a redução dos passes dos transportes públicos, é justo que no interior e face há ausência de uma alternativa devam ser abolidas as portagens na A13.

Pelo desenvolvimento do território e por um país mais equitativo e mais competitivo, defendemos a abolição imediata das portagens na A13.  

 

 

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