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segunda-feira, 21 dezembro 2020 00:03

Portugal regista mais 71 mortes por Covid-19 e totaliza 6.134 mortes desde o início da Pandemia

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Portugal regista mais 71 mortes por Covid-19 e totaliza 6.134 mortes desde o início da Pandemia Foto: OMS/ONU

O boletim epidemiológico da DGS mostra que estão internadas 2.973 pessoas, menos 88 do que na sexta-feira, das quais 485 em cuidados intensivos, mais uma. A Pandemia já matou mais de 1,67 milhões de pessoas no mundo.

 

Portugal regista mais 71 mortes e 3.334 novos casos em 24 horas este domingo, 20 de dezembro

 

Lisboa, 20 dez 2020 (Lusa) - Portugal contabiliza hoje mais 71 mortes relacionadas com a covid-19 e 3.334 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.027 pessoas, mais 54 do que no sábado, das quais 483 em cuidados intensivos, menos dois.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.134 mortes e 374.121 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 70.754, mais 844 em relação a sábado.

 

 

Portugal atingiu no sábado 6.063 mortes relacionadas com a covid-19, depois de registar nas últimas 24 horas 86 óbitos e 3.835 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico da DGS mostra que estão internadas 2.973 pessoas, menos 88 do que na sexta-feira, das quais 485 em cuidados intensivos, mais uma.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 370.787 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 69.910, menos 375 em relação a sexta-feira.

 
 

EUA registam quase três mil mortos e mais de 215 mil casos em 24 horas

 

Os Estados Unidos registaram 2.971 mortos e 215.185 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, de acordo com a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

O país contabiliza agora 17.631.293 casos e 316.006 óbitos por covid-19 desde o início da pandemia.

O estado de Nova Iorque continua a ser o mais duramente atingido pela pandemia com 36.312 mortes.

Em termos de infeções, a Califórnia tornou-se o novo epicentro da pandemia nos Estados Unidos com 1.829.521 casos, seguindo-se o Texas com 1.586.156.

O número provisório de mortes excede de longe o mais baixo das estimativas iniciais da Casa Branca.

O Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington estimou que até à altura em que Trump deixar a Casa Branca, em 20 de janeiro, 420 mil pessoas terão morrido, com o número a subir para 560 mil em 01 de abril.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados.

 
 
 

Alemanha regista mais 22.771 novos contágios e 409 mortes

 

A Alemanha registou 22.771 novos contágios pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas e 409 mortes relacionadas com a doença, de acordo com os últimos dados do Instituto Robert Koch (RKI) de virologia.

Aos domingos e segundas-feiras os números são geralmente mais baixos do que nos outros dias da semana porque nem todos os gabinetes de saúde comunicam os dados ao RKI.

Desde o início da pandemia, registaram-se 1.494.009 casos confirmados de covid-19 na Alemanha, cerca de 1.097.400 casos superaram a doença e foram registadas 26.049 mortes.

A incidência semanal é de 192,2 infeções por 100.000 habitantes.

As autoridades sanitárias consideram que foi atingido um nível crítico quando a incidência semanal atinge 50 infeções por 100.000 habitantes.

A Alemanha sofreu uma segunda vaga do novo coronavírus, que começou a fazer-se sentir fortemente em outubro, com um aumento de contágios e mortes.

A segunda vaga forçou a imposição de novas restrições em todo o país, nomeadamente o encerramento de empresas não essenciais.

As restrições, que também incluem limitações ao número de pessoas que se podem reunir, aplicam-se, em princípio, até 10 de janeiro, mas podem ser prolongadas se os números não caírem consideravelmente.

 

Londres e sudeste de Inglaterra com novo confinamento – Boris Johnson

 

O primeiro-ministro britânico anunciou hoje que Londres e o sudeste de Inglaterra vão, domingo, entrar novamente em confinamento, sendo proibidas as reuniões natalícias e encerrado o comércio não essencial para travar a propagação da covid-19 nas duas regiões.

Segundo Boris Johnson, o aumento do número de casos do novo coronavírus obrigou a subir o nível de alerta de 3 para 4, o mais elevado imposto desde o início da pandemia, o que implica o encerramento do comércio não essencial, como cabeleireiros e locais de lazer internos, que terão de fechar após o final do horário comercial no sábado.

Falando aos jornalistas numa conferência de imprensa após uma reunião do gabinete britânico, Johnson indicou também que a prevista “flexibilização” de cinco dias nas restrições de socialização, o que vai permitir que até três famílias se reúnam no Natal, está cancelada nas zonas onde entrará em vigor o nível 4.

O primeiro-ministro britânico salientou também que o sudeste de Inglaterra, onde foi detetada uma nova variante da covid-19, seguirá os mesmos passos e regras do confinamento em Londres, pelo que serão reforçadas as restrições durante o período natalício.

As autoridades britânicas já alertaram a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a descoberta da nova variante, que se espalha com maior velocidade, embora não haja evidências de que seja mais letal ou que possa ter impacto na eficácia das vacinas desenvolvidas contra acovid-19, embora este ponto esteja ainda a ser avaliado “com urgência para confirmação”. 

O Reino Unido está incluído na lista dos 10 países com maior número de infeções e de mortes associadas ao novo coronavírus - mais de 1,9 milhões de casos, 66.541 óbitos.

 

 

Pandemia já matou mais de 1,67 milhões de pessoas no mundo

 

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 1.675.362 pessoas desde que a OMS relatou o início da doença em dezembro de 2019, na China, segundo o levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP às 11:00.

Mais de 75.611.670 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, dos quais pelo menos 48.148.100 são já considerados curados.

O número de casos diagnosticados reflete, no entanto, apenas uma parte do número real de infeções, uma vez que alguns países testam apenas os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de testes.

Na sexta-feira, foram registados 12.444 óbitos e 689.382 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 em todo o mundo.

Os países que contabilizam mais novos óbitos nos seus relatórios recentes são os Estados Unidos da América (EUA), com 2.710 novas mortes, o Brasil, com 823, e o México, com 762.

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de óbitos e casos de infeção pelo novo coronavírus, com 313.660 mortes em 17.465.147 casos, segundo a contagem da Universidade Johns Hopkins.

No país, pelo menos 6.298.082 pessoas foram declaradas curadas da doença.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 185.650 mortes e 7.162.978 casos, a Índia, com 145.136 mortes e 10.004.599 casos, o México, com 117.249 mortes e 1.301.546 casos, e Itália, com 67.894 mortes e 1.921.778 casos.

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é que contabiliza o maior número de mortes em relação à sua população, com 159 óbitos por 100 mil habitantes, seguindo-se a Itália (112), o Peru (112), a Eslovénia (109) e a Bósnia-Herzegovina (109).

A Europa totalizava hoje, às 11:00, 510.334 mortes para 23.543.754 casos, a América Latina e o Caribe 482.064 mortes (14.514.536 casos), os Estados Unidos e o Canadá 327.652 mortes (17.957.855 casos), a Ásia 209.542 mortes (13.347.521 casos), o Médio Oriente 86.496 mortes (3.746.013 casos), a África 58.331 mortes (2.471.350 casos) e a Oceânia 943 mortes (30.648 casos).

Esta avaliação foi realizada tendo por base dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

 

 

 

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