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segunda-feira, 19 julho 2021 08:47

Figueira da Foz: Inaugurado no 'Sítio da Artes' polo de formação profissional

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O Contrato de Comodato para cedência do «Sítio das Artes», pelo período de cinquenta anos, para instalação futura de um polo de Formação Profissional, foi assinado a 24 de fevereiro de 2020. Na reunião de câmara de segunda-feira  é votado o protocolo com o Hospital Distrital da Figueira a Foz para transformar a antiga Casa da Mãe num espaço de cuidados paliativos.

 

 

Decorreu na manhã de sexta-feira, 16 de julho, a cerimónia simbólica de inauguração do polo de formação profissional do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que integrou o programa da 'Semana aberta ViaJovem', promovida pelo IEFP.

Marcaram presença o Delegado Regional do IEFP, Alberto Costa; a Diretora do Centro de Emprego da Figueira da Foz, Adelaide Crespo; o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Monteiro; além de autarcas da Figueira da Foz e de Montemor-o-Velho, representantes de estabelecimentos de ensino do concelho, de empresas e demais parceiros do IEFP.

Adelaide Crespo referiu que para já, no «Sítio das Artes», irá ser desenvolvida alguma formação “ainda que numa utilização parcial”, até que o edifício “permita que o polo de formação do Serviço de Coimbra e do Serviço de Emprego da Figueira da Foz aqui se instalem”.

O presidente da Câmara Municipal, Carlos Monteiro, salientou que “faz todo o sentido termos esta formação profissional para jovens, menos jovens, para figueirensese para os demais. Para o autarca este polo de formação é um “projeto estratégico”, que abarca todas as necessidades e todos os vetores de desenvolvimento que o executivo tem para o concelho, “numa perspetiva integrada do País.”

Carlos Monteiro referiu que o Município da Figueira da Foz alocou, no seu último orçamento, 14 milhões de euros (20%) à educação/formação, uma área “estratégica e fundamental”, pois é “ importante qualificar jovens, adultos, aumentar a qualidade do trabalho, ter trabalho mais qualificado, mais bem remunerado”.

O autarca referiu, que de acordo com os dados de 2019 [os últimos de que dispomos] “a Figueira é o concelho com maior tecido empresarial da região” e que as “empresas do concelho faturaram 3 mil milhões de euros e deram emprego a 13 800 pessoas”.

“Faz parte da nossa estratégia fixar pessoas e por isso estamos a alargar a Zona Industrial”, para termos “mais empresas”, mais emprego, contudo “precisamos de recursos humanos”, referiu Carlos Monteiro, que salientou ainda que a autarquia tem uma estratégia para esta zona [Sítio das Artes e áreas circundantes]”, que passa pela regeneração, pela requalificação.

A esse propósito, o autarca fez menção ao protocolo com o Hospital Distrital da Figueira a Foz para transformar a antiga Casa da Mãe num espaço de cuidados paliativos, que irá ser votado na reunião de câmara da próxima segunda-feira.

Aludindo ao Plano de Recuperação e Resiliência, Carlos Monteiro enfatizou o facto de vir a existir “dinheiro para alterar estruturalmente o nosso país, o nosso concelho,” contudo lembrou a necessidade de os investimentos terem de estar executados em 2026. Nesse sentido comprometeu-se a fazer tudo o que for possível para que o projeto do polo de formação profissional seja aprovado” e para que “a obra se inicie” e seja paga pelos fundos comunitários, “que têm como principal função alterar, modernizar a estrutura do país e os recursos do país.”

O Delegado Regional do IEFP, Alberto Costa, agradeceu ao Município da Figueira da Foz “toda a disponibilidade ao longo deste tempo de articulação e de cooperação”, sempre com o “bem-estar das pessoas ao nível económico, ao nível profissional e social” como objetivo.

“Há algum tempo que pensávamos ter algo mais digno para oferecer às pessoas destes territórios [Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Mira e Soure]”, salientou Alberto Costa, que considera que “as autarquias, de uma forma geral, há já muito tempo que têm uma especial sensibilidade para os problemas do emprego e da formação profissional, pois sabem que hoje em dia estão especialmente relacionadas com as questões da atração de investimento.”

Aquele responsável considera que a “formação espartilhada por muitos locais não é o melhor nem para a formação nem para a qualificação, nem para o desígnio do emprego e da formação profissional”, e manifestou-se crente que “investir e desenvolver a formação na Figueira”, será bom para a comunidade, para as pessoas que procuram emprego e, particularmente para as empresas e para os seus empresários.

Aludindo à problemática do desemprego, Alberto Costa mencionou que os jovens são os mais atingidos, com uma taxa acima da média da população global e que “olhar para o futuro tem de ser olhar para os jovens,”.

O Contrato de Comodato para cedência «Sítio das Artes», pelo período de cinquenta anos, para instalação futura de um polo de Formação Profissional, foi assinado a 24 de fevereiro de 2020.

 

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