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Aves exóticas no sexto surto da gripe das aves detetado em Portugal

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Aves exóticas no sexto surto da gripe das aves detetado em Portugal Foto © ON Centro

 

A DGAV apela a todos os detentores de aves que cumpram com rigor as medidas de biossegurança e das boas práticas de produção avícola, que permitam evitar contactos diretos ou indiretos entre as aves domésticas e as aves selvagens. Devem ser reforçados os procedimentos de higiene de instalações, equipamentos e materiais, bem como o controlo dos acessos aos estabelecimentos onde são mantidas as aves.

 

A Direção Geral de Agricultura e Veterinária confirmoi esta sexta-feira, 14 de janeiro, um foco de infeção por vírus da Gripe Aviária (GA) numa instalação que detém aves de coleção, em Santa Margarida da Coutada, Constância, na zona de vigilância do foco ocorrido numa exploração de perus de engorda em Vila Nova da Barquinha; informou a DGAV em comunicado de imprensa.

Segundo aquela Direção-Geral, "as medidas de controlo do foco estão já a ser implementadas de acordo com a legislação em vigor, e incluem a inspeção aos locais onde foi detetada a doença e a eliminação dos animais afetados, assim como a inspeção e notificação das explorações que detêm aves nas zonas de proteção, num raio de 3 km em redor do foco, e na zona de vigilância num raio de 10 km em redor do foco.

A DGAV apela a todos os detentores de aves que cumpram com rigor as medidas de biossegurança e das boas práticas de produção avícola, que permitam evitar contactos diretos ou indiretos entre as aves domésticas e as aves selvagens. Devem ser reforçados os procedimentos de higiene de instalações, equipamentos e materiais, bem como o controlo dos acessos aos estabelecimentos onde são mantidas as aves.

A notificação de qualquer suspeita deve ser realizada de forma imediata, de forma a permitir uma rápida e eficaz implementação das medidas de controlo da doença no terreno pela DGAV, pelo que se apela à notificação de mortalidade de aves selvagens através da aplicação ANIMAS (https://animas.icnf.pt ).

Na sequência deste evento a DGAV publicou o Edital nº 5/2021 da Gripe Aviária que pode ser aqui consultado.

Devido ao crescente número de focos de Gripe Aviária em Portugal, a Direção Geral de Agricultura e Veterinária promoveu uma sessão de esclarecimento Online, via MSTeams, com participação de diversos especialistas da DGAV (no final do artigo).

A iniciativa decorreu na quarta-feira, 12 de janeiro, com o seguinte programa:

Yolanda Vaz, Diretora de Serviços de Proteção Animal
Caracterização da Doença em Portugal – Sintomatologia, Sinais Clínicos

Renata Carvalho, Médica Veterinária da Divisão de Epidemiologia e Saúde Animal
Medidas Preventivas em Exploração – Biossegurança

Cláudia Moedas e Miguel Lamela, Chefes de Divisão das DAV Ribatejo e DAV Oeste
Medidas Aplicáveis em Exploração em Caso de Foco

Susana Santos, Médica Veterinária da Divisão de Controlo da Cadeia Alimentar
Medidas Aplicáveis em Estabelecimento em Caso de Foco

Ana Caria, Chefe de Divisão de Epidemiologia e Saúde Animal
Indemnizações

No dia 10 de janeiro de 2022, foi confirmado um foco de infeção por vírus da Gripe Aviária (GA) em gaivotas (Larus michahellis) encontradas mortas em Peniche (foco n.º 6) e em patos mudos (Cairina moschatta) encontrados mortos em Vila Nova da Barquinha, na zona de vigilância do anterior foco de GAAP em perus; informou a Direção-geral de Agricultura e Veterinária (DGAV), na terça-feira, 11 de janeiro.

As duas ocorrências não implicaram a determinação de zonas de restrição, mas o reforço das medidas de vigilância e biossegurança ao redor da zona afetada; acrescenta a informação disponibilizada pela DGAV. No comunicado, a DGAV salienta ainda "a importância do cumprimento estrito das regras de biossegurança e das boas práticas de produção avícola, especialmente aquelas destinadas a evitar contactos diretos ou indiretos entre as aves domésticas e as aves selvagens, os procedimentos de higiene de instalações, equipamentos e materiais, bem como o controlo dos acessos aos estabelecimentos onde são mantidas as aves".

A DGAV solicita ainda a notificação imediata de qualquer suspeita, de forma a permitir uma rápida e eficaz implementação das medidas de controlo da doença no terreno pela DGAV, pelo que se apela à notificação de mortalidade de aves selvagens através da aplicação ANIMAS (https://animas.icnf.pt).

A gripe aviária é uma doença infeciosa viral das aves que atinge aves selvagens, aves de capoeira e outras aves mantidas em cativeiro.

As infeções por vírus da gripe aviária apresentam-se em duas formas, os vírus de baixa patogenicidade provocam apenas sinais ligeiros de doença, enquanto os vírus de alta patogenicidade provocam mortalidade muito elevada, especialmente nas aves de capoeira, com um impacto importante na saúde das aves domésticas e selvagens bem como na produção avícola, uma vez que constitui motivo de suspensão da comercialização de aves vivas e seus produtos nas zonas afetadas.

 

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