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Museu Marítimo de Ílhavo está de parabéns

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O Museu Marítimo de Ílhavo é hoje um museu marítimo singular. A sua missão consiste em preservar a memória do trabalho no mar, promover a cultura e a identidade marítima dos portugueses. Museu, Aquário e Investigação resumem o atual museu, uma instituição dedicada a todas as comunidades costeiras e aberta aos mais diversos públicos.

 

 

OMuseu Marítimo de Ílhavo (MMI) é um museu que "nasceu" a 8 agosto de 1937, após um longo processo de gestação dinamizado por um grupo de amigos do Museu.

Propriedade da Câmara Municipal de Ílhavo este museu é um lugar de memória dos ilhavenses que o criaram, começou por assumir uma vocação etnográfica e regional. Em 2001 foi renovado e ampliado, passando a habitar num belo edifício de arquitetura moderna projetado pelo gabinete ARX Portugal. Nesse mesmo ano, o MMI passou a contar com o navio-museu Santo André, antigo arrastão bacalhoeiro.

Em 2012, o MMI voltou a crescer e a qualificar-se. foi criada a sua unidade de investigação e empreendedorismo, o CIEMar-Ílhavo. Em 2013, passou a incluir um admirável Aquário de bacalhaus.

 

 

O Museu Marítimo de Ílhavo é hoje um museu marítimo singular. A sua missão consiste em preservar a memória do trabalho no mar, promover a cultura e a identidade marítima dos portugueses. Museu, Aquário e Investigação resumem o atual Museu, uma instituição dedicada a todas as comunidades costeiras e aberta aos mais diversos públicos.

 

O MMI é testemunho da forte ligação dos Ílhavos ao mar e à Ria de Aveiro. A pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova e Gronelândia, as fainas da Ria e a diáspora dos Ílhavos ao longo do litoral português são as referências patrimoniais do Museu. A cada um dos temas corresponde uma exposição permanente que oferece ao visitante a possibilidade de reencontrar inúmeros vestígios de um passado recente.

 

 

Museu Marítimo de Ílhavo comemora 83 anos

 

No 83.º aniversário, o Museu Marítimo de Ílhavo celebra a obra de Cândido Teles, quase um preâmbulo do centenário do artista, em 2021. Nesse âmbito, a 8 de agosto, abre a exposição “Transparências da Ria e do Mar", que resulta da doação, pela família, de 121 obras do primeiro período pictórico do artista ilhavense. Nas redes sociais, o MMI lança “O Homem Tranquilo”, um projeto fotográfico de Alexandre Sampaio, que dialoga com a obra do pintor e escultor Cândido Teles, nas representações que este faz da Costa Nova. 

A 9 de agosto regressam as visitas "Sentidos de Mar", com um percurso pedestre, sobre o tema “Cândido Teles: a Costa Nova como (quase) nunca a viste…” - uma viagem que permitirá redescobrir a praia da Costa Nova pelo olhar do artista ilhavense.
As comemorações de aniversário do MMI ficam também marcadas pela oferta de uma obra, por parte da Associação Amigos do Museu de Ílhavo, que enriquecerá o espólio do Museu e que poderá ser contemplada na sessão comemorativa.

 

 

 

PROGRAMA

sábado, 8 agosto

10h00-18h00

Exposição “Transparências da Ria e do Mar", por Cândido Teles

Visita livre limitada a 5 pessoas
• Apresentação da Mesa Digital do projeto “Cândido Teles: Um pintor Ilhavense”
• Visitas ao Museu

15h00
Lançamento online de “O Homem Tranquilo”

Projeto de fotografia de Alexandre Sampaio, uma reinterpretação da obra de Cândido Teles
Página de Facebook do Museu Marítimo de Ílhavo

17h30
Sessão comemorativa 

Lotação limitada
Inscrições: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ∙ 234 329 990

domingo, 9 agosto

10h00-12h30
Cândido Teles: a Costa Nova como (quase) nunca a viste… ESGOTADO
Visitas Orientadas Sentidos de Mar (pedestre)
Convidada: Catarina Dias
Ponto de encontro: Loja de Turismo da Costa Nova

 

As visitas ao museu, conforme definido pelo Plano de Contingência e Protocolo Interno, para a sua reabertura desde 1 de julho, são de 30 em 30 minutos, com a primeira a realizar-se às 10h00, com período de abertura das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 18h00.

 

 

Museu Marítimo de Ílhavo registou em 2019
o maior número de visitantes de sempre

 

O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) fechou o ano de 2019 com o maior número de visitantes da sua história, superando em cerca de 1.200 visitas o anterior record alcançado em 2018.

De janeiro a dezembro do ano passado, foram 88.903 os visitantes que realizaram o percurso expositivo do Museu Marítimo e do Navio-Museu Santo André, confirmando-se a tendência de alargamento de públicos que se tem evidenciado ao longo dos últimos anos, dos quais se destaca a ‘mítica’ fasquia de 1 milhão de visitantes ultrapassada no primeiro trimestre de 2018.

Num momento em que se debate o rumo da museologia em Portugal, em que se alinham novos projetos e quando se abrem alguns debates sobre a cultura do Mar, importa salientar o êxito do ousado projeto museológico do Município de Ílhavo, espelho da preservação da identidade do Município assente numa relação ancestral com o Mar e a Ria, especialmente pelo impacto histórico, social e económico da Pesca do Bacalhau no território e nas suas gentes.

Uma visita ao MMI é sinónimo de uma fascinante viagem tanto pelos mares longínquos, como pelos espelhos de água da Ria de Aveiro, testemunho da forte ligação das gentes do município ao mar e à laguna. São, por isso, referências patrimoniais do Museu a pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova e Gronelândia, as fainas da Ria e a diáspora dos Ílhavos ao longo do litoral português.

 

 

Aberto aos mais diversos públicos, o Museu Marítimo de Ílhavo é hoje um museu marítimo singular, incluindo também na sua missão a vertente da investigação (CIEMar) e da educação (Serviço Educativo).

O CIEMar-Ílhavo é uma subunidade do Museu Marítimo de Ílhavo, desempenhando a missão de investigação científico-cultural, com o objetivo de alimentar e renovar o projeto cultural e de impulsionar a dinâmica museológica do Museu, ampliando-a de forma criativa e projetando-a a escalas mais amplas.

Sendo a proteção dos recursos naturais uma preocupação central da Câmara Municipal de Ílhavo, o Museu reforça esta preocupação pedagógica com a natureza e a proteção dos Oceanos, através de ações de sensibilização ambiental tendo como público-alvo não só a comunidade escolar, como também as famílias.

 

 

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