Guia ON Mira: o que visitar, onde comer e onde dormir

 

Conhecer o Concelho de Mira

Área: 124.1 km2
População: 12.882 habitantes
Freguesias: Mira, Praia de Mira, Carapelhos, Seixo.

 

Foram os árabes que deram o nome àquela que é hoje vila - "Mira" deriva de "mir" ou "emir", evocativo de senhor, príncipe, chefe ou governador. Esta "Terra do Senhor" foi assim designada por se distinguir pela sua beleza e clima. Em 1514, recebeu foral manuelino e os Tavares passaram a administrar a vila até 1833.

Desde então, Mira passou por várias reformas administrativas que a integraram nas Comarcas de Aveiro e Anadia, e lhe retiraram a concelhia, passando a pertencer ao concelho de Cantanhede. O concelho adquiriu autonomia definitiva em 13 de janeiro de 1898.

Banhado pelo Oceano Atlântico em cerca de 15km de costa, o concelho de Mira possui apenas duas praias - a Praia de Mira e a Praia do Poço da Cruz - sendo o Turismo um elemento-chave na economia local. Além do Turismo, o concelho de Mira é detentor de um importante património cultural que interessa promover e preservar, destacando-se a cultura, a gastronomia, a etnografia, a pesca das artes, a casa gandaresa, o palheiro, os moinhos de água e alguns edifícios classificados de património nacional.

Mira encontra-se na Região das Gândaras, uma sub-região de terrenos arenosos que liga as Gafanhas de Aveiro até ao Baixo Mondego. Boa parte deste concelho está classificado, a nível europeu, como Sítio Rede Natura 2000, uma distinção que visa proteger a fauna e flora locais.

O concelho de Mira, apesar de ligado ao Turismo e Agricultura/Pescas, detém também uma forte presença empresarial, dispondo de três zonas industriais (Zona Industrial de Mira Pólo I, Zona Industrial de Mira Pólo II, Pólo de Desenvolvimento Tecnológico do Montalvo) e de uma associação (Associação Empresarial de Mira).

 

 

O que visitar

 

1. Praia de Mira

Desde há 31 anos que a Praia de Mira recebe, consecutivamente, o galardão da Bandeira Azul. Nenhuma outra praia conseguiu este feito até hoje, o que torna a Praia de Mira única na Europa e no mundo.

Em 1987, ano da criação do prémio da Fundação para a Educação Ambiental, Mira conquistou desde logo o seu lugar na lista das praias com mais qualidade e segurança. Nos últimos anos, a autarquia envidou todos os esforços no sentido de, não só manter a distinção como destacar-se no panorama nacional e internacional das praias de excelência. Desde a instalação de uma "beachcam" que transmite imagens da praia online em tempo real, de um medidor eletrónico de Índice Ultravioleta, de ecopontos de beatas ("beatões"), até à monitorização de agueiros e erosão costeira (projeto em parceria com a Universidade de Aveiro), e, ainda, a distinção como "Município mais Azul" pela excelência das atividades de educação ambiental, a Praia de Mira tem evoluído na sua posição de líder das praias com Bandeira Azul.

Ao longo da marginal, Mira exibe orgulhosamente as bandeiras azuis conquistadas ao longo dos trinta e dois anteriores anos.

 

 

2 - Praia do Poço da Cruz

A Praia do Poço da Cruz é uma zona balnear quase natural, tranquila, longe da azáfama urbana e de uso pouco intensivo. Tem ótimas condições para a prática balnear e desportiva, como o surf e o parapente. Foi pela primeira vez galardoada com a Bandeira Azul em 2007 e conta já com 11 anos de honrosa distinção. Na envolvente do "Poço da Cruz", encontramos dunas, pinhais, campos agrícolas e a Ria de Aveiro: locais protegidos e classificados de Sítio de Importância Comunitária – Rede Natura 2000.

 

 

3. Arte Xávega

Já não se usam as juntas de bois que puxavam a rede de pesca, mas esta continua a ser uma arte ancestral, que nos traz peixe verdadeiramente fresco e selvagem (sobretudo carapau, sardinha e cavala).

Da dureza da arte à falta de "sangue novo", esta é cada vez menos uma atividade atrativa nos dias de hoje. Veja o vídeo em que acompanhámos a chegada dos "Homens do Mar" de Mira!

O pescador mais jovem com que falámos tinha 41 anos e será porventura o que guardará, até ao momento, menos mémórias do mar. O resultado da pescaria não foi o esperado mas a vida de pescador é assim mesmo: num dia, consegue-se 100 caixas de pescado, no outro... apenas uma.

 

 

 

4. Museu Etnográfico e Posto de Turismo da Praia de Mira

O Museu Etnográfico e Posto de Turismo da Praia de Mira, inaugurado a 5 de outubro de 1997, é um edifício, construído de raiz, totalmente de madeira e de arquitectura palafítica (assente em estacaria). Vulgarmente chamado de Palheiro, foi esta a construção local, tipicamente popular, que caracterizou a localidade até aos anos 60, que então se designava por "Palheiros de Mira".

Para além de servir de Posto de Turismo, este espaço contempla exposições permanentes e exposições temporárias. Visitá-lo é como viajar no tempo, reconhecendo desde nuances do património arquitectónico à pesca das Artes, abordando o modo de vida e o relacionamento da população, tudo isto através de mobiliário, trajes, instrumentos utilizados na pesca e alfaias agrícolas.

 

Horário
Segunda - feira a Domingo: 09h00-13h00 / 14h00-17h00. Encerra aos Feriados
Entrada gratuita

Marcações de visita:
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
(+351) 924 473 751

 

 

5. Museu do Território da Gândara

Em terras devotas ao patrono São Tomé, o  espaço museológico que interpreta, valoriza e convida a conhecer o território da Gândara manifesta-se como uma surpreendente viagem pelo Tempo e pelo património natural e cultural da região. Quem o visita será surpreendido pelas maravilhas escondidas pelos recantos da região e sairá, sem dúvida, com a vontade de palmilhar o território e as paisagens com um novo olhar e um querer bem, redobrado, ao património coletivo.

Localizado numa antiga escola primária, divide-se por duas áreas: "o Tempo e o Homem" e o "Homem, a Terra e o Mar". Na primeira, o visitante pode fazer uma viagem pela História da Terra e do Homem, tendo como elementos principais o conglomerado de Mira, a evolução do Território, bem como um conjunto de achados arqueológicos que demonstram a importância destas terras. Na segunda zona expositiva podemos ver alguns dos aspectos etnográficos culturais mais emblemáticos como as Artes da Pesca, os Caretos da Lagoa (figuras tradicionais do Carnaval daquele lugar), os Palheiros de Mira, a Casa Gandaresa, e o fabrico artesanal dos adobes.

Horário:

Segunda - feira a Sexta - feira: 09h00-13h00 / 14h00-17h00

Marcações de visitas através do telemóvel 912 629 239

 

 

6. Monumento ao Pescador

Em lugar de destaque na Praia de Mira, em frente ao mar e junto à Capela de Nossa Senhora da Conceição, “em homenagem à terra e gente da Praia de Mira” encontra-se a Estátua do Pescador, obra do escultor Alves André.

Representando as embarcações utilizadas nesta vila piscatória e toda a família do pescador, este é um monumento de homenagem a todos os Pescadores da Arte, homens orgulhosos da sua vida, da faina dura que aguentam, das mulheres que sempre os acompanham e do filho que representa um futuro de continuação.

 

 

7. Lagoas e Barrinha de Mira

As Lagoas e a Barrinha de Mira fazem parte do Sítio Rede Natura 2000 denominado Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, e classificado como área de interesse prioritário para a conservação da biodiversidade Europeia. Estes são pequenos locais abastecidos por cursos de água doce, pelo que são habitats extremamente sensíveis a alterações ambientais e contêm comunidades biológicas particulares, nomeadamente em relação à diversidade de libélulas e libelinhas.

Mira é também um local privilegiado para a observação de aves: aqui existem cerca de 198 espécies diferentes já catalogadas. O canal de Mira é também uma extensão da Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro.

 

 

8. Palheiros e Casa Gandareza

Os Palheiros e a Casa Gandareza são as habitações típicas da região da Gândara, que engloba o concelho de Mira, a par de Cantanhede e de Vagos.

Os Palheiros da Praia de Mira são habitações típicas feitas de madeira de um, dois ou três andares, assentes em estacaria na areia, por forma a permitir a livre circulação das águas durante as marés vivas e a passagem da areia tocada pelos ventos soprados do interior e do mar.

Hoje quase extintos, estes palheiros continuam a ser um dos símbolos da Praia de Mira por serem, esssencialmente, a casa tradicional dos pescadores.

A Casa Gandareza, por sua vez, é um tipo de casa tradicional rural, com notórias influências características das áreas mediterrânicas, com piso térreo de formato em “L” e pátio fechado, telhado de duas águas e construída de adobes de areia e cal, secos ao sol. A frente da casa é sistematicamente formada por "janela/porta/janela" e um largo portão de duas folhas, que permitia a passagem, para dentro e para fora, dos carros de bois e respetivas carradas de produtos agrícolas. Por baixo do beiral, uma esmerada cimalha horizontal ornamentava a fachada da habitação.

Os vãos das portas, das janelas e do portão eram geralmente reforçados e ornamentados com pedra de cantaria, originária de Ançã, no vizinho concelho de Cantanhede. De referir ainda a existência, no exterior da fachada, de respiradores abaixo dos soalhos, na parte inferior da casa, bem como, na parte superior do lado da casa da arrumação, a existência dos “óculos” do sótão, para iluminação e arejamento do mesmo.

Atualmente, está em curso um projeto entre os três municípios gandarezes com vista à promoção da marca "Casa Gandareza". O projeto "Gândara Tour Sensations" deverá estar pronto no espaço de três anos, e prevê a criação de um roteiro sobre as vivências da Gândara.
 

 

 

9. Moinhos de Água

Os moinhos-de-água são marcos distintivos na paisagem rural de Mira e evidenciam a sabedoria e técnica popular no aproveitamento dos recursos hídricos. É graças a alguns moleiros que os moinhos de água de Mira ainda teimam em laborar, integrando um valioso património sócio-cultural.

Os moinhos-de-água terão surgido em força logo após a introdução do milho como cultura dominante no concelho. Devido aos cursos de água abundantes e de um caudal regular a instalação de moinhos ao longo das valas e ribeiros aconteceu naturalmente. Para além da produção de farinha, quer de milho, trigo e centeio – para a produção do pão e broa de milho – os moinhos também foram utilizados no descasque do arroz e continuam a partir milho para os animais. Com o aparecimento das moagens eléctricas e das fábricas de rações para animais, os moinhos artesanais caíram em desuso. Apesar da maioria se encontrar em ruínas, ainda alguns laboram ao longo de pequenas linhas de água.

Descubra os Moinhos da Lagoa, da Fazendeira, do Arraial, de Faim, da Areia e do Visconde que são contornados pelo traçado da Pista Ciclo-Pedonal.

 

 

10. Festas de São Tomé

O São Tomé é o padroeiro de Mira, um dos santos mais populares em Portugal, que atrai milhares de visitantes ao concelho, numa festa que une o religioso e o pagão, todos os anos, em julho. Esta é uma oportunidade para conhecer e "ver para crer" o património religioso, a gastronomia, e os setores agrícola, comercial e industrial de Mira.

A festa decorre no Jardim do Visconde, e no dia 25 de julho, Dia de São Tomé, comemora-se o feriado municipal. Neste dia, acontece a Benção dos Romeiros (um ritual antigo em que o padre abençoa os animais para que auxiliem na árdua tarefa da agricultura e pesca) e a grandiosa procissão em honra de São Tomé (na qual desfilam os andores de vários santos das Terras de Mira). Veja os vídeos da edição deste ano!

 

 

 

 

 

11. Gastronomia gândaresa

As Terras de Mira são conhecidas pela boa gastronomia, e daqui ninguém sai com fome, nem mesmo o paladar mais exigente. Os pratos típicos vão desde os Carapauzinhos fritos com arroz de tomate à Sardinha assada na telha com batata a murro, passando pelas Enguias suadas, Lulas, Grelos de nabo, Pitaus de raia, Bacalhau à moda dos Enterros, Macarronada de Tramelga, Caldeiradas mistas, Bacalhau assado com batata na areia, e Carne de Porco e Serrabulho à Gandareza. O pão e a broa são também de excepcional qualidade, herança dos antigos moinhos de água.

No terceiro fim-de-semana do mês de setembro, realiza-se a Mostra Gastronómica de Mira, onde poderá provar estes pitéus num ambiente festivo de convívio.

 

 

12. Feira dos Grelos

A Feira dos Grelos acontece todos os anos em maio, na freguesia de Carapelhos, e é organizada pela Confraria Nabos e Companhia, em parceria com a Câmara Municipal de Mira. Durante a feira, os visitantes podem comprar produtos directamente da horta da Confraria, ou saborear um conjunto de pratos que têm como denominador comum os grelos, ou os nabos.

Este é um evento que pretende contribuir para a promoção do património cultural gandarez, e que ao longo da sua história tem procurado inovar na área gastronómica, através da criação de novos produtos, como são disso exemplo o gin e o gelado de nabo.

Considerado o maior Festival Gastronómico realizado em Portugal por uma só Confraria, é um evento que junta tradição, confrades, chef's, equipas, habitantes, visitantes, artistas, escritores, associações e parceiros empresariais, com o desejo de que todos desfrutem do melhor que os Carapelhos têm para oferecer.

Veja o vídeo da edição de 2018!

 

 

 

 

13. Igreja Matriz de Mira

A Igreja Matriz de Mira, de construção datada de 1690 por ordem do Bispo João de Melo, sofreu profunda reforma já no século XIX, voltando a receber intervenções em 1972 e 1981.

De arquitectura religiosa, barroca e oitocentista, é um típico edifício provinciano do final de seiscentos, de planta longitudinal e paredes muito planificadas, reformado em oitocentos, destacando-se no interior os azulejos rococó. As pinturas do tecto são setecentistas com retábulos de transição do século XVII/XVIII. Os azulejos e empena, bem como o segundo corpo da torre, são do século XIX.

 

 

14. Capela de Cabeço e Portomar

A Capela de Cabeço e Portomar está localizada na aldeia de Portomar, junto à Estrada Nacional 109, a 2km do centro do concelho. A padroeira é a N.ª Sr.ª do Carmo, e a ela se dedicam as festas no mês de agosto.
 

 

15. Capela da N. Sr.ª da Conceição

Dedicada a Nossa Senhora da Conceição, a Capela da Praia de Mira foi mandada erigir em 1843 em frente ao mar.

É um dos exemplos vivos da construção em madeira que, fruto da devoção religiosa e carinho dos pescadores mantém a sua traça e localização original. É visitada e cuidada pelos pescadores e suas famílias que aí invocam protecção e agradecem graças concedidas, sobretudo nas vidas e lides ligadas ao mar que ainda hoje fazem parte da rotina desta vila.

 

 

16. Jardim do Visconde

O Jardim do Visconde da Corujeira, é um espaço idílico, estrategicamente localizado no coração da Vila de Mira, que foi outrora o jardim particular da Casa do Visconde da Corujeira (Reinaldo Augusto Moreira da Costa e Silva – 1869-1953). Figura Mirense de prestigio, que aqui criou uma espécie de jardim exótico com plantas e animais sobre os quais ainda hoje se contam histórias (os ossos da Baleia, os pombos de rabo de leque, plantas e árvores raras) e cuja presença se reflecte nas conversas diárias do povo, para além da real existência de alguns exemplares botânicos com aproximadamente um século de idade.

Atualmente é um espaço verde público, onde as existências de uma mescla de espécies arbóreas originárias de diferentes partes do planeta desde os trópicos até à Zona Boreal tornam este um espaço bastante agradável. Destacamos o maior exemplar, a Araucária de Norfolk (Araucária heterophyllal), com cerca de 26 metros de altura e 2,7m de diâmetro.

À entrada do jardim, encontramos a estátua do Infante D. Pedro, filho de Dom João I e de Dona Filipa de Lencastre, aquele que concedeu autonomia administrativa à Vila de Mira, em 12 de Julho de 1448, assim como diversos privilégios para fixar a população e desenvolver a localidade. Da autoria do escultor Alves André, esta foi a primeira estátua a ser erguida no país em homenagem ao Infante.

 

 

17. Percursos Pedestres

Os seis percursos pedestres existentes no concelho de Mira (Rota do Pinhal, Rota das Dunas de Mira, Rota do Conglomerado, Rota da Vala Real, Rota dos Moinhos, e Rota dos Museus) contribuem para o desenvolvimento sustentável e a conservação patrimonial da natureza. Totalizam cerca de 60Km de extensão e estão implantados por caminhos tradicionais rurais e florestais e, parcialmente, na pista ciclo-pedonal. São uma forma saudável e excepcional para conhecer o território e os seus valores ambientais, culturais e arquitectónicos. Cinco destes percursos estão interligados (excetuando o PR6 MIR), integrando a Rede de Percursos Pedestres de Interpretação do Património de Mira.

 

 

18. Pista Ciclo-Pedonal

Além dos percursos pedestres, esta é uma das melhores formas de conhecer os principais pontos de Mira: a pedalar! Desde a sua inauguração no ano 2000 que a Pista Ciclo-Pedonal é frequentada, durante todo o ano, por muitos habitantes e por inúmeros turistas nacionais e estrangeiros. Com uma extensão total de 26 km é uma das maiores pistas de Portugal e das que possui os melhores valores ambientais.

No seu percurso, esta atravessa diversos cursos de água, pontes de madeira, as lagoas de Mira e Barrinha e percorre caniçais, salgueirais, dunas, praias e uma frondosa floresta de pinheiros. Passa ainda por um interessante património sócio-cultural na sua envolvente: casas gandaresas, retalhados campos agrícolas e moinhos de água de rodízio no activo. Junto à Pista Ciclo-Pedonal, na margem poente da Barrinha de Mira, recomenda-se a visita ao Posto de Turismo e Museu Etnográfico da Praia de Mira e, na margem nascente da Lagoa de Mira, o Sitio do Cartaxo – Ecoturismo.

Em breve, Mira será também parte integrante da nova Via Ecológica Ciclável (VEC), um projecto que prevê o desenvolvimento de uma ciclovia, através da criação de infra-estruturas para o uso da bicicleta, associadas ao desporto, lazer e turismo na envolvente da Ria de Aveiro. Esta via irá ligar os vários concelhos fronteiros à Ria (Albergaria-a-Velha, Águeda, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Oliveira do Bairro, Ovar, Mira, Murtosa, e Vagos), num troço com cerca de 75 Km de extensão.

Consulte o percurso da Pista Ciclio-Pedonal aqui.

 

 

 

19. Réveillon Praia de Mira

O Réveillon RFM Praia de Mira atrai, desde há alguns anos, verdadeiras enchentes de gente (cerca de 40 mil pessoas), para receber o novo ano em grande.

O evento traduz-se num grande sucesso para a economia local, uma vez que durante estes dias a hotelaria e os restaurantes ficam lotados. Muitos são aqueles que escolhem viistar Mira nesta altura, contribuindo este evento, de forma decisiva, para o combate à sazonalidade típica do setor do turismo durante os meses de inverno.

 

 

Outros pontos/motivos de interesse

- Painel de azulejos junto aos Paços do Concelho
- Pelourinho
- Caretos da Lagoa (por altura do Entrudo, estas "personagens" desfilam nas ruas)

 

Onde ficar

 

Parque de Campismo Municipal

Rua da Estrada Florestal

3070 - Praia de Mira

Telefone: (+351) 231 472 173

www.parquecampismo.cm-mira.pt

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Miravillas Hotel

Rua das Rosas 

Aldeamento MiraVillas

3070-746 Praia de Mira

Telefone: (+351) 231 470 100

www.miravillas.com

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Hotel Quinta da Lagoa e Apartamentos Turisticos

Lagoa de Mira

3070 - 150 Mira

Telefone: (+351) 231 458 688

www.hotelquintadalagoa.pt

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Hotel Srª da Conceição

Avenida Cidade de Coimbra, 217

3070-761 Praia de Mira

Telefone: (+351) 231 471 645

www.hsdc.pt

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Maçarico Beach Hotel

Rua Raul Brandão, 17

3070-815 Praia de Mira

Telefone: (+351) 231 471 114

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www.macaricobeachhotel.com

 

 

Onde comer

Restaurante Custódio

Real Restaurante Bar

Restaurante Mar Azul

Cervejaria Marisqueira Polar

Restaurante Ilha Bar

Mac Irish Bar

Restaurante Salgáboca

 

 

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