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quinta-feira, 02 setembro 2021 10:48

Bonifrates e Pateo das Galinhas levam 'Memorial de Hiroxima' à Figueira da Foz

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Bonifrates e Pateo das Galinhas levam 'Memorial de Hiroxima' à Figueira da Foz foto: Paulo Abrantes

A memória das vítimas, e vítima foi também toda a humanidade, impõe-nos o direito e o dever de não esquecer. Depois da estreia no Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, com lotação esgotada a Cooperativa Bonifrates de Coimbra, agora em parceria com o Pateo das Galinhas apresentarão, no dia 5 de setembro, às 21h30 o espetáculo “Memorial de Hiroxima”, na Quinta das Olaias na Figueira da Foz.

 

 

A6 de agosto de 1945 foi lançada uma bomba atómica sobre Hiroxima, seguida, três dias depois, de uma segunda bomba sobre Nagasaki. Mais de 150 mil mortos, nesse dia e nos dias seguintes, foram uma das consequências desta terrível tragédia.

A memória das vítimas, e vítima foi também toda a humanidade, impõe-nos o direito e o dever de não esquecer. Depois da estreia no Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, com lotação esgotada a Cooperativa Bonifrates de Coimbra, agora em parceria com o Pateo das Galinhas apresentarão, no dia 5 de setembro, às 21h30 o espetáculo “Memorial de Hiroxima”, na Quinta das Olaias na Figueira da Foz.

Memorial de Hiroxima é, como foi referido na primeira apresentação, um recital performativo que incorpora poesia, música, dança e vídeo e que pretende fazer uma evocação do que significou o lançamento de primeira bomba atómica. A base para a seleção de poemas é uma antologia de poesia portuguesa editada em 1967, com o título Hiroxima e publicada pela Nova Realidade, enriquecida com outros poemas mais recentes. Organiza-se em quatro secções: 1) Olhar Hiroxima; 2) Escutar Hiroxima; 3) Sentir Hiroxima; e 4) Saber Hiroxima para lá de Hiroxima. Porque é preciso lembrar o olhar, escutar as vozes e os seus silêncios, sentir a dor e as suas marcas e saber que Hiroxima não terminou em Hiroxima, já que em cada vítima da guerra há uma Hiroxima que renasce.

O espetáculo, com conceção e coordenação de Ana Paula Santos e João Maria André, tem cenografia do Atelier do Corvo, coordenação musical de Amílcar Cardoso, coreografia e dança de Inesa Markava, vídeo e desenho de luz de Nuno Patinho, contando com as interpretações de Inesa Markava (dança), Ofélia Libório (canções) e, desta vez, os atores do Pateo das Galinhas, da Figueira da Foz, Ana Paula Veloso, Fernando Carlos Lopes, Fernando Romeiro. Helena Adão, Lígia Bugalho, Nuno Gonçalo e Ricardo Baeta, dirigidos por Rui Quinteiro, na leitura dos poemas. Conta ainda com a parceria do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, e de Te-ato e o apoio da Câmara Municipal de Coimbra, da Câmara Municipal da Figueira da Foz e da Direção Regional da Cultura do Centro.

O primeiro espetáculo esgotou a lotação do pátio do Museu Nacional Machado de Castro na sua primeira apresentação e, agora, tem entrada gratuita, devendo as reservas ser obrigatoriamente feitas para: os telefones: 962 806 061 ou 926 535 884.

 

 

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